
A loja Babilonia surgiu como resultado de uma paixão por aromas e pelo desejo de despertar o sentido mais ligado às emoções humanas, o olfato.
Nosso principal valor é o bem-estar. Mais do que vender produtos, nosso intuito é proporcionar aos clientes uma experiência diferente, sensorial, que resgate a lembrança do banho como um momento de prazer, um momento único para se cuidar do corpo e da alma nesses dias de agitação e correria.
A loja trabalha principalmente com aromas, reunindo em um só lugar diversas marcas de cosméticos para banho, cheiros para ambiente, aromaterapia e complementos que ajudam a criar uma atmosfera agradável no ambiente.
Nossos produtos são escolhidos com cuidado e carinho, sendo que todas as marcas são testadas antes de ir para as prateleiras, a fim de conhecermos a fundo e garantir a qualidade do produto antes de ser oferecido.
Temos o compromisso de não vender produtos de empresas que fazem testes em animais, sendo este o primeiro critério de escolha da marca, muitas vezes antes mesmo de conhecer os produtos.
Origem do nome
A história do perfume foi a inspiração para o nome Babilonia:
“Por volta de 650 a.C a cidade da Babilônia, na Mesopotâmia, tornou-se o centro comercial de especiarias e perfumes da época. Conquistado dois séculos mais tarde por Alexandre, o grande, rei dos persas, o império caldeu tornou-se parte da civilização helênica. A influência persa na vida grega incentivou a apreciação de plantas exóticas e o uso de perfumes e incensos. Alexandre entregou sementes e mudas de plantas da Pérsia ao seu professor em Atenas, Teofrasto, que criou um jardim botânico e foi autor do primeiro tratado sobre cheiros. Esse livro detalhava receitas de preparados aromáticos e perfumes, descrevendo prazos de validade e indicando usos terapêuticos. O texto diz que os perfumes deviam ser protegidos do sol, pois a luz e o calor alteravam seu odor. Essa lição é válida até hoje. Após sua morte aos 33 anos, Alexandre foi cremado em uma pira carregada de olíbano e mirra. Graças à riqueza de alguns manuscritos, resgatados pelo historiador Heródoto, conhecemos as primeiras experiências na extração de cheiros de pétalas e folhas, e de seus usos e funções no preparo de ungüentos, loções e perfumes.”
A história do perfume da antiguidade até 1900
Por Renata Aschar



